A ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA é um exame que permite avaliar diretamente esôfago, estômago e duodeno por meio de um tubo fino e flexível com câmera, possibilitando o diagnóstico e, quando indicado, o tratamento de condições como ESOFAGITES, GASTRITES, ÚLCERAS, PÓLIPOS, DIVERTÍCULOS e TUMORES, conforme orienta a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva.
Realizada por equipe experiente, com sedação segura e protocolos rigorosos de higiene e controle de infecções, é um procedimento de rotina na prática médica moderna, para entregar PRECISÃO DIAGNÓSTICA, CONFORTO e TRANQUILIDADE ao paciente.

Por que considerar a endoscopia periodicamente, inclusive de forma anual em pacientes selecionados?
A resposta está no impacto do diagnóstico precoce. Em pessoas com sintomas persistentes como DOR ou DISTENSÃO ABDOMINAL, AZIA, frequente REFLUXO, ANEMIA sem causa definida, VÔMITOS RECORRENTES ou PERDA DE PESO, a endoscopia é decisiva para esclarecer o quadro e orientar um tratamento eficaz.
Já no acompanhamento de condições específicas, a vigilância endoscópica em intervalos mais curtos (anual) pode ser recomendada, como em certos casos com alterações pré-neoplásicas, após tratamento endoscópico de lesões superficiais ou quando há fatores de alto risco definidos pelo médico assistente.
As principais diretrizes internacionais reforçam que a periodicidade deve ser individualizada: por exemplo, em pacientes com esôfago de Barrett sem displasia, a vigilância costuma ocorrer a cada três anos. Em cenários com displasia confirmada e manejo conservador, o acompanhamento pode ser mais frequente, chegando a intervalos de 12 meses, conforme o American College of Gastroenterology.
Assim, quando falamos em endoscopia anual, falamos de segurança e precisão aplicadas à realidade de cada paciente, sempre com indicação médica criteriosa e baseada em evidências.
